Monthly Archives: agosto 2013

Mitos e verdades: Pneus automotivos

pneus

Mitos e Verdades envolvendo o mundo dos pneus.

Alguns tópicos que deixam o consumidor mais em duvida:

Não é preciso calibrar o estepe do carro.

É um Mito. O estepe deve ser calibrado a cada 30 dias. Um estepe murcho é equivalente a um pneu furado. É preciso ter cuidado, pois se o seu pneu furar e você estiver com o estepe murcho, você não conseguirá utilizá-lo.

Pneu não tem validade.

É um Mito. O pneu tem validade de cinco anos, a partir da data de fabricação que vem escrita em sua lateral. A marcação é composta por uma combinação de quatro números, que está escrito a semana e o ano de fabricação do pneu. Sendo assim, fique sempre de olho no seu estepe e quando for comprar um pneu novo.

Pode-se inverter o sentido de rodagem de um pneu.

É um Mito. Nunca se deve fazer isso, pois existem pneus com sentido de rodagem definido, em que o desenho varia de um lado para o outro. Assim, se invertermos um pneu com essas características podemos prejudicar o seu desempenho. E, além disso, temos que considerar o vício do uso também, pois o pneu pode passar a apresentar deformações.

Deve-se fazer rodízio com os pneus.

Verdade. A indicação é fazer um rodízio a cada 10.000km rodados, usando o estepe, pois como os pneus têm validade, se não o utilizarmos ele acabará ficando sem uso.

O tapete pode atrapalhar o motorista – 2° parte

download (1)

Torções e movimentações

A possibilidade do tapete se mover sobre os pedais, por causa do esforço aplicado pelo pé de apoio do motorista, é um fator de risco para a dirigibilidade. Esse deslocamento tem mais chances de ocorrer no momento em que o motorista entra e sai do automóvel. Os testes realizados para identificar a resistência do tapete contra essas movimentações concluiu que há 43% de tapetes bastante suscetíveis à movimentação.

Coeficiente de atrito

É fator determinante para que o tapete não fique se movimentando pelo assoalho do veículo indevidamente. Foi elaborado um método de comparação. A análise mostrou que há uma grande variedade no que diz respeito ao atrito, com diferenças relevantes entre o coeficiente mínimo e o máximo.

Risco de deformações

Quanto maior a chance do tapete formar ondas, maior é o risco de interferência nos pedais. Sendo assim, a maioria dos tapetes analisados não é suscetível a ondulações.

Interferência na alavanca dos pedais

É um problema relacionado ao pedal. Avaliou-se se o tapete interfere, ou não, no movimento da alavanca dos pedais. E concluiu-se que 59% dos tapetes interferem.

O tapete do carro pode atrapalhar o motorista

images (1)

Na maioria das vezes, ao comprar o carro novo, o cliente recebe o tapete como brinde, ou precisa comprar o tapete à parte. Esse item adicional seria adequado perfeitamente ao veículo comprado? E o que isso pode refletir na segurança? A k2 Pneus tem a resposta.

A análise feita se estendeu à interferência nos pedais do acelerador, da embreagem e do freio, tornando possível determinar a interferência de cada tapete na dirigibilidade. O CESVI identificou que 59% dos tapetes automotivos interferem na alavanca do pedal, o que prejudica a dirigibilidade do veículo. Ao todo, foram analisados 37 conjuntos: carro + tapete.

Resultados do estudo:

Para chegar ao nível de interferência na dirigibilidade, o CESVI analisou os seguintes aspectos: travamento dos pés, informações do veículo, forma de fixação, área de cobertura do tapete, posição do tapete em relação aos pedais, curso dos pedais, coeficiente de atrito, interferência do tapete na alavanca dos pedais, movimentações do tapete e risco de deformações.

Veja a análise do CESVI em relação a cada um desses fatores, apontando para uma realidade de mercado no que diz respeito aos tapetes automotivos disponíveis no nosso país.

Posição do tapete em relação aos pedais

Tapetes que terminam antes de adentrarem por baixo dos pedais proporcionam maior risco de travamento, pois caso escorreguem para frente numa situação de frenagem, podem subir sobre os pedais. A opção mais segura é quando os tapetes se estendem para a parte de baixo dos pedais, pois a própria estrutura do pedal impede que o tapete suba.

Informações no veículo

A forma de posicionamento ou de fixação dos tapetes deve ser claramente informada ao motorista.
Estas informações devem estar no manual ou em etiquetas distribuídas internamente no veículo. Mas, a maioria dos veículos analisados não tinha nenhuma informação sobre isso.

Fixação dos tapetes

Como é feita a fixação do tapete em relação ao assoalho? Existem quatro possibilidades no que diz respeito a este fator: tapetes sem fixação/ fixados por meio de presilhas/ fixados por velcro / fixados por presilha e velcro. Este último caso representa a melhor condição de fixação. Porém, entre os veículos analisados, 65% não possuem nenhum tipo de fixação.

Área de cobertura do tapete

Para identificar o ajuste ideal do tapete no veículo, o CESVI comparou a área ocupada pelo tapete em relação ao assoalho do veículo.

Os tapetes incompatíveis com a área do assoalho podem dificultar a movimentação do motorista. O CESVI identificou que, em 32% dos casos, a cobertura não é adequada.

Travamento dos pés

A área de cobertura do tapete também pode fazer com que os pés do motorista se enrosquem no tapete. No momento, o resultado foi positivo, a maioria dos tapetes não travou os pés do motorista nos estudos realizados.