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Cuidados com o óleo do motor do Citroen C3

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O Citroen C3 é um dos compactos premium que acaba por incorporar o conceito de Creative Technologie em todos os seus detalhes e acaba por fornecer bastante comodidade e conforto para seus ocupantes. Vai desde a tecnologia interativa ao exclusivo para brisa Zenith, que é muito interessante e aumenta o campo de visão e é responsável por proporcionar uma experiência sensorial muito bacana e única para o motorista.

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O modelo acaba por se destacar ainda pelo design e as opções que a sua motorização oferece:

1 – O 1.5i flex com 93 cavalos de potência com caixa de câmbio manual ou

2 – O motor VTi 120 Flex Start com 122 cavalos de potência com transmissão automática.

Ambos muito interessantes e tranquilos de dirigir, que acaba por se tornar uma experiência única.

O Citroën C3 demonstra ser um automóvel mais em todos os seus sentidos. Sua personalidade está ainda bem mais jovem e seu design muito mais arrojado. Acaba por ser muito mais potência juntamente com os novos motores e tendo muito mais segurança com seus freios e o air bag duplo de série, item muito importante para a segurança.

Com suas luzes diurnas de LED apresenta ter muito mais estilo e deixando o prazer de dirigir bem maior com seu para brisa Zenith, que é exclusivo. Acaba por mudar a sua maneira de ver e olhar para o mundo. Muito mais liberdade e prazer em dirigir. O Citroen C3 é muito mais Citroen C3 o tornando um automóvel único e muito atraente. Além da sua opção manual de transmissão, o modelo também possui câmbio automático que troca sequencialmente via Sistena Paddle Shift, que tem mudança no volante.

Mais torque e máxima economia com suas duas opções de motorização: o VTi 120 de 122 cavalos de potência que tem sistema Flex Start dispensando o tanque de gasolina auxiliar para que o automóvel tenha partida a frio, ou o motor de 1.5 litros flex com 94 cavalos de potência.

Nos motores atuais, de última geração a troca do óleo tornou-se cada vez mais um serviço tão importante e minucioso que precisa se uma atenção especial por parte dos condutores. No que acaba por dizer respeito à troca de óleo, o principal e um dos mais importantes maus que preocupa os donos dos motores de última geração é a tão falada “BORRA” que acaba por entupir o pescador responsável pela bomba de óleo e os dutos internos de lubrificação do motor, podendo causar desde pequenos estragos até perda total do motor.

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Este problema várias vezes aparece seu avisar, mas também pode aparecer com alguns avisos prévios, normalmente em formas de ruídos estranhos no motor ou pode acontecer também da luz de advertência do óleo no painel do automóvel piscar. Porém, em alguns casos, mesmo que não tenha nenhuma manifestação de aviso prévio, o motor acaba por fundir.

Esse fato para muitas pessoas pode aparecer ficção, mas para outras é uma realizada que torna-se cada vez mais próxima sendo uma amarga realidade. É necessário muito cuidado para não perder o motor do seu automóvel Citroen C3 justamente por que acabou faltando óleo ou até por não ter trocado o óleo por descuido?

E em quais condições isso pode acontecer? As pessoas mais experientes acabam por demonstrar que as trocas de óleo com intervalo mais prolongados, juntamente com alguns fatores, como a má qualidade de combustível que algumas vezes abastecem os nossos automóveis sem mesmo nos dar conta, utilizando-se do automóvel predominantemente em rânsito pesado e ainda por cima em trajetos curtos, deteriora demasiadamente as funções do óleo lubrificante, que dessa maneira deve ser trocado em intervalos menores para não prejudicar.

E dessa maneira, para que o óleo do seu Citroen C3 seja sempre visto corretamente e com cuidado, por técnicos mecânicos treinados e prontos para realizar diagnósticos precisos e corretos, juntamente com manutenção preventiva e corretiva, leve constantemente a um centro automotivo especializado para que o motor sempre funcione corretamente proporcionando toda a confiabilidade e rendimento possíveis.

Cuidados ao dirigir o Chevrolet Spin

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A Chevrolet está aos poucos atualizado seus modelos para a linha 2015 e acabou por decidir oferecer alguns novos itens de série para a Spin. Os detalhes acabaram por render aos modelos pequenos ajustes no preço, aumentando-os, que são tabelados entre 49.900,00 e 60.200,00 reais. Para ser mais exato, somente a versão Advantage teve uma redução no seu valor oficial. A linha 2015 está sendo lançada juntamente com as comemorações pela produção de 100 mil unidades do Spin no Brasil.

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A única mudança que chega para todas as versões da minivan é o sistema de travamento elétrico da portinhola do tanque de combustível, que agora é oferecido como item de série em todas versões. Além disso, a configuração top de linha que é a versão LTZ acabou por ganhar anel cromado no painel de instrumentos e acabamento emborrachado na parte central do painel. Entre os acessório, o destaque vai para o tablet de sete polegadas que possui suporte para a cabeça, câmera de ré e o módulo de TV, que são compatíveis com o sistema multimídia MyLink. Leve sempre a um centro automotivo especializado.

Com essas mudanças, a Spin LT ficou 600,00 reais mais cara e seu preço inicial pe de 49.900,00 com câmbio manual e 56.900,00 com câmbio automático. Já a LTZ ficou mais cara em 700,00 e está tabelada em 59.800,00 com câmbio manual e 63.600,00 com câmbio automático. A versão Advantage foi a única que ficou mais barata e agora parte de 56.200,00 com câmbio manual de cinco velocidades que tem um desconto de 500,00 reais e de 60.200,00 com câmbio automático de seis marchas, diminuindo em torno de 400,00 reais.

Quando se está dirigindo o automóvel é preciso muito cuidado para que não aconteça nenhuma batida, por mínima que seja, pois pode prejudicar o automóvel e deixá-lo com consequências para sempre. Bater um automóvel pode resultar em problemas além do que se imagina. São vários componentes que podem ser afetados ou até ter o seu funcionamento comprometido em virtude de uma batida.

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E em muitos casos, esses componentes podem nem estar visíveis: a carroceria, pára choques, suspensão, cintos de segurança, freios, coxins e até as vedações e fechamentos das portas precisam ser verificados depois de uma batida. Na colisão, muitos desses componentes podem apresentar algum tipo de problema e dar dor de cabeça para o proprietário algum tempo depois do acidente.

E isso aplica-se mesmo em caso de batidas leves. Muitos crash tests são realizados com velocidades de até 15 quilômetros por hora. E nessas condições os índices de reparabilidade de cada automóvel vendido no mercado brasileiro é medido. Essas pequenas batidas são as que mais acontecem no trânsito urbano, por um simples descuido e encosta aquela batidinha nos automóveis. Nesses casos, a barra de absorção dianteira que fica atrás do para choque pode acabar atingindo o radiador e até o condensador do sistema de ar condicionado.

Nesse caso, leve a um centro automotivo especializado para verificar as condições de todas as peças e sistemas, vendo o que foi danificado e precisa de reparo ou que precisa ser trocado para que o automóvel fique novo em folha. É importante ficar muito atento na hora de dirigir para tomar cuidado e evitar ao máximo as batidas.

Entendendo a relação da direção do Toyota Corolla

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A liderança no mercado automotivo brasileiro exercido atualmente pelo Honda Civic na sua categoria está altamente ameaçada pelo Toyota Corolla. A Toyota aposta no rejuvenescimento do Corolla 2015 que agora está mais robusto, apresentando linhas agressivas e mais espaço interno, com nova motorização, câmbio e tecnologias inéditas, com a transmissão automática Multi-Drive com sete velocidades e a TV digital é integrada a uma tela multimídia de 6.1 polegadas.

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Ele foi apresentado nos salões de Tóquio e Joanesburgo no final do ano de 2013 e a décima primeira geração do automóvel já encontra-se disponível no Brasil em quatro versões: uma manual GLI equipada com motor de 1.8 litro e transmissão de seis marchas e outras três versões com câmbio automático, a GLI, a XEi e Altis, com motores de 1.8 litro e 2.0 litros, respectivamente e câmbio de 7 marchas. Leve sempre a um centro automotivo especializado.

As mudanças que aconteceram com certeza deixaram o automóvel bem mais atraente e competitivo. Por outro lado, a comparação estética com o principal concorrente Honda Civic é inevitável. De acordo com especialistas do setor automotivo, essa reestilização tem como principal motivo conquistar o público da faixa etária entre os 30 e 45 anos, que muitas vezes tem interesse em automóveis mais esportivos como o Chevrolet Cruze, o Lancer da Mitsubishi e o próprio Honda Civic.

Para efeitos de comparação a Toyota explica que o novo design é inspirado no olhar focado de um grande atleta de alto rendimento antes de uma competição e acaba traduzido pelas suas formas côncavas e convexas da dianteira, na sua traseira e nas laterais. O rebaixamento das grades frontais aconteceu justamente para melhorar a eficiência e a proteção aos pedestres.

A frente do automóvel ganhou faróis ligados aos para lamas e o capô agora recebeu vincos acentuados no centro e nas laterais. A traseira apresenta contornos de carroceria que possui defletores de lua na parte inferior e do porta malas unidos às laterais e às lanternas. O estilo que as todas de 16 polegadas ganharam é próprio e de acordo com cada versão. A gama de cores encontra-se ampliada com o inédito vermelho e o branco perolizado.

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E para entendermos um pouco sobre direção hidráulica, precisamos entender que a relação da direção é a relação entre quanto é necessário girar o volante para que as rodas girem. Podemos citar como exemplo o fato de uma volta completa de 360 graus do volante pode resultar em um giro das rodas do automóvel em 20 graus e nesse caso a relação de direção corresponde a 360 dividido por 20, que é de 18:1.

Uma relação mais alta quer dizer que é necessário girar o volante mais vezes para que as rodas girem um determinado número de graus. No entanto, será necessário um menor esforço pelo fato de a relação de transmissão das engrenagens ser mais alta.

Geralmente os automóveis esportivos mais leves possuem relações de direção mais baixas do que as de automóveis maiores e caminhões. A relação mais baixa proporciona uma resposta bem mais rápida já que não é necessário girar tanto o volante para que as rodas girem um determinado número de graus, o que é desejado em automóveis esportivos. Os automóveis menores são mais leves o suficiente para que o esforço necessário para girar o volante é adequado, mesmo com relação de direção mais baixa.

E para cuidar bem do sistema de direção hidráulica do Toyota Corolla, procure sempre um centro automotivo especializado com técnicos mecãnicos treinados e prontos para realizar todo tipo de diagnóstico e manutenção preventiva e corretiva nas peças da direção. É muito importante que a direção esteja funcionando perfeitamente para proporcionar conforto e comodidade para o condutor.