Boa iluminação diminui risco de acidentes

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A Iluminação veicular tem chamado a atenção pelo potencial de segurança em ruas e principalmente em estradas. As estatísticas no exterior apontam que, no passado, o risco de acidentes noturnos era três vezes maior que à luz do dia. Isso mudou desde o início dos anos 1990, com o surgimento das lâmpadas de xênon.

Apesar de muitos acreditarem na aumento do consumo de combustível por causa da inclusão de alguns acessórios automotivos no veículos, como por exemplo no funcionamento do ar condicionado automotivo. Em relação a essa energia gasta pelas lâmpadas não devemos considerar sua influência devido ao seu baixo consumo.

A tecnologia xênon chegou aqui no Brasil em veículos importados, enquanto no mercado de reposição ocorria total descontrole. Muitos kits de qualidade baixa causam problemas de foco, potência excessiva, coordenadas cromáticas e linhas de corte erradas, provocando grave ofuscamento. Além da cor azulada, que está em total desacordo com a legislação e o bom senso.

O Contran regulamentou recentemente o uso das lâmpadas de xênon, tanto o sistema original de fábrica quanto o do mercado de acessórios. A legislação levou a polêmicas ao exigir regulagem automática de altura do facho e lavador de faróis automotivos.

De qualquer maneira, outra grande evolução está se iniciando. Trata-se da segunda geração de LED (diodo emissor de luz). Essas aplicações tiveram início em lanternas traseiras/dianteiras, terceira luz de freio, iluminação interna e chegaram aos faróis auxiliares de neblina e de longa distância.

Começaram a produzir a segunda geração de LED, que batizou de Joule. Cada unidade tem 5 cm de diâmetro e se caracteriza por facilitar a customização, ou seja, adaptar-se a diferentes aplicações em iluminação. Blocos dessas pequenas pastilhas, formando os faróis principais, têm incrível emissão de luz e durabilidade equivalente à vida útil do veículo. Afinal, não possui filamentos, a exemplo de lâmpadas comuns, que podem se danificar com vibrações geradas pelo rodar do automóvel. Nunca mais precisar trocar uma lâmpada queimada ou que perdeu eficiência por desgaste natural é bastante conveniente, além de significar um avanço de peso na segurança do trânsito.

A luz branca dos LEDs com temperatura de cor acima de 4.200 graus Kelvin também proporciona conforto visual ao motorista. O sistema ainda é muito caro e, assim, só está disponível nos modelos topo de linha.