Calibragem dos pneus

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Nem gordo nem magro

Quando o gordo e o magro são colocados na pressão, muda tudo, causando consumo elevado, desconforto, impacto, desgaste irregular, problemas de estabilidade e aderência, e amassamento.

O pneu é o contato do carro com o asfalto, seu estado influência o comportamento do veículo. É necessário calibrá-lo corretamente, de acordo com a condição de carga e conforme especificado pelo fabricante.

O que pode acontecer se os pneus estiverem cheios ou murchos demais?

Cheios demais

Desgaste: Com a pressão interna alta, o desgaste se concentra no meio da banda de rodagem;

Aderência: Devido à redução da superfície de contato ela diminui, comprometendo assim a frenagem;

Conforto: Com o pneu mais gordo, passa a absorver menos as saliências do piso e repassá-las aos passageiros;

Impacto: No caso, em que pouco impacto é absorvido, a duração de outros componentes como a suspensão, é comprometida;

Combustível: Há uma redução do consumo de combustível, já que os pneus ficam menos resistentes á rolagem. Mas não vale a pena, há muitas desvantagens;

Murchos demais

Estabilidade: Nesta situação o pneu se deforma, o carro fica mais sujeito a rolagem;

Rodas: Como o pneu esta mais vazio, ele se deforma com facilidade, podendo assim amassar a roda e também danificar a suspensão;

Desgaste: Concentrado nas extremidades da banda de rodagem;

Consumo: Aumenta muito o de combustível;

Fujão: O pneu pode ate sair do aro, em condições extremas;

Então o que fazer?

Verifique o manual para ver se há valores diferentes para o carro vazio e cheio; Faça a medição com pneus ainda frios; Confira toda semana a pressão dos pneus.

Situações especiais:

Na terra fofa, ou na areia, é melhor que a pressão dos pneus seja menor, de forma a impedir que o carro se enterre e de forma a aumentar a superfície de contato.

Num lugar com pedras grandes já é o contrário, os pneus mais duros impedem que a roda amasse.