Mitos e verdades: Pneus automotivos

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Se o pneu estiver careca, está na hora de trocá-lo!

Verdade. Para saber a hora de trocar, basta observarmos o indicador chamado TWI, uma pequena saliência que se encontra no meio do desenho da banda de rodagem, que é a única parte do pneu que toca diretamente o solo. No momento em que o desgaste do pneu alcança esse relevo, o pneu encerra a sua vida útil. Essa durabilidade varia de acordo com o fabricante e o tipo de pneu. Um pneu pode durar de 30.000 km a 70.000 km rodados, e o que mais influencia nessa diferença é o tipo de composto utilizado na fabricação da borracha. Lembre-se também que quanto mais veloz e potente o carro, mais borracha natural é utilizada no composto da fabricação do pneu e, por consequência, maior é o seu desgaste, podendo às vezes não chegar a 15.000 km.

Ao trocar os pneus, é preciso realizar sempre a troca completa.

Mito. Em situações de desgaste normal, podemos optar também pela troca parcial dos pneus, mas que ela seja realizada nos dois pneus do mesmo eixo, para não gerar desequilíbrio entre as rodas, e sempre priorizando os pneus traseiros. Pois, em caso de uma manobra rápida ou estouro do pneu, podemos tentar controlar as rodas dianteiras com o volante, diferente do eixo traseiro que é fixo e, se estiver careca, derraparia sem controle.

Não existe problema em usar pneus de marcas e modelos diferentes.

Mito. Há problema sim, mas somente se usados no mesmo eixo, pois ainda com medidas iguais, o tamanho do pneu varia de um fabricante para o outro, tanto na altura como na largura. Mas, se for usada uma marca na frente e outra diferente atrás, não teremos problema.