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Cuidado com seus pneus

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1-Para que serve o rodízio dos pneus?

Os pneus dos carros traseiros e dianteiros sofrem com diferentes variações de carga, frenagem e esterçamento. O rodízio de pneus, que consiste na troca dos pneus traseiros pelos dianteiros, e vice-versa, aumenta a vida útil dos pneus e garante um desgaste mais uniforme.

Esse rodízio deve ser realizado a cada 10 mil quilômetros rodados.

2-Qual a diferença entre balanceamento e alinhamento?

O alinhamento é o ajuste da suspensão do seu carro, que garante a estabilidade do veículo. Já o balanceamento consiste no equilíbrio do peso sobre as rodas e os pneus, de modo a evitar a sobrecarga. O alinhamento precisa ser feito quando o motorista sentir o volante puxar levemente para a esquerda ou para a direita, enquanto que a vibração do volante ou de partes do veículo pode sinalizar a necessidade de balanceamento.

3-Por que é tão importante manter os pneus do carro calibrados?

A calibragem mantém a pressão de ar adequada ao pneu, que varia conforme o modelo de carro e o peso sobre as rodas. É muito importante calibrar os pneus semanalmente, pois a calibragem correta ajuda na economia de combustível e diminui o desgaste da borracha. Para verificar a calibragem correta dos pneus usados em seu veículo, confira o manual do veículo ou verifique os adesivos colados no lado de dentro da porta do motorista ou na tampa de combustível.

A calibragem é geralmente indicada em BAR (sistema europeu) e PSI (sistema adotado no Brasil). No exemplo ilustrado abaixo, a calibragem do automóvel no Brasil seria de 30 PSI.

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Qual é a importância da etiqueta de eficiência para pneus da União Europeia?

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O rótulo com EU que significa união europeia para pneus automotivos indica a eficiência do produto em termos de combustível e economia, aderência à pista molhada e ruído de rolamento.

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Os pneus vendidos aqui no Brasil precisam ser certificados pelo Inmetro?

Todos os pneus comercializados no Brasil também precisam ser aprovados pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial). Pneus certificados pelo Inmetro possuem o selo do Instituto estampado na lateral do produto.

Por que devo conferir a data de fabricação do pneu antes de comprá-lo?

Porque com o passar do tempo, o pneu perde sua elasticidade, o que contribui para o aumento de riscos na pista. Para evitar a compra de pneus fragilizados, confira sempre a data de produção, que não deve ultrapassar de 36 meses. Pneus automotivos com mais de 36 meses de vida não são considerados adequados para uso, mesmo que nunca tenham sido usados. Em caso de dúvidas sobre utilização procure um centro automotivo especializado em manutenção e reparos automotivos.

Principais dúvidas sobre pneus

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Quando chega o momento de trocar os pneus do veículo, o que não faltam são dúvidas. Muitas pessoas não sabem se os dois jogos, traseiros e dianteiros devem ser substituídos no mesmo tempo. Outros acham que é possível recauchutar os pneus velhos. E aqueles que acham que o que importa é o prazo de garantia. Fato é que a vida útil dos pneus automotivos depende de muitas variáveis, como tipo radial ou diagonal, volume de carga transportada, maneira como o motorista conduz o veículo, arranque, freadas, curvas etc., o tipo de estrada que o veículo trafega, manutenção, clima e outros aspectos.

Desse modo o motorista pode adotar como principal indicativo de que é hora de substituir os pneus os indicadores TWI, ressaltos de borracha que ficam nos sulcos dos pneus e possuem 1,6 milímetros de profundidade. Quando chegam ao seu limite, sinalizam que o pneu deve ser trocado, é o que se considera pneu careca.

Os TWIs servem também para auxiliar o motorista para que ele verifique se o pneu está com desgaste irregular, podendo indicar a necessidade de se realizar procedimentos básicos de manutenção dos pneus, como alinhamento, calibragem e balanceamento, já que em alguns casos o pneu automotivo pode estar mais gasto em algum sulco do que nos demais.

Caso o problema não foi solucionado em tempo, corre o risco de reduzir a vida útil do pneu, causando prejuízos. Sem contar que trafegar com os pneus no limite TWI total ou parcialmente, prejudica a dirigibilidade, gera dificuldade de frenagem, a aderência no solo e representa grande risco para a segurança dos ocupantes. A regra TWI só não é válida para pneus com bolhas, perfurações ou rasgos, que nestes casos devem ser substituídos com urgência.